sábado, 27 de dezembro de 2008
Então... foi Natal...
Mais um ano que passou voaaaando, cheeeeeio de pressa de acontecer.
Parece que foi ontem: às voltas com as provas, monografia, conclusão de estágio, formatura, concursos, cursos, planos de continuidade para a faculdade... isso tudo!
Não vejo muita lógica em planejamentos se, na prática, as coisas nunca são iguais. E também tem o sabor deelicioso das supresas, e a vida sabe com maestria como fazê-las.
Particularmente adoro Natal, Réveillon e datas que nos permitam o congraçamenam neto familiar. O mais imporatnte não é onde estamos, e sim com quem estamos. E os Natais aqui em casa são sempre movimentados, barulhentos, fartos de muito afeto e risadas.
Natal é aquele momento em que pesamos o que fomos, o que fizemos e realizamos aquela faxina nas idéias e nos sentimentos, já nos preparando para receber o novo ano.
Não sou uma pessoa de planos, prefiro trabalhar da maneira certa e aguardar que as coisas sigam seu curso. Em 2008 foi assim.
Em 2008...
Eu mudei meus planos nos 45' do segundo tempo e me dei a oportunidade de ousar: Pós-Graduação em História da África e concurso para a coordenadoria de Angra dos Reis. Nunca pensei que eu fosse aprender tanto saindo de casa! Uma menina fez a prova em 20 de janeiro e uma mulher está aqui para relatar as delícias e agruras desses oito meses que me proporcionaram um amadurecimento equivalente a oito anos!
Conheci muita gente legal, tantas que não caberiam por falta de espaço! Da pessoa que percebeu meu cansaço cedendo seu lugar no ônibus, passando pelos novos amigos e almoços animadíssimos de sábado na Pós, aos meus alunos que encheram de realização meu ano profissional.
Só tenho a agradecer por tudo. Mesmo pelos momentos em que eu chorei por perceber que minha maturidade ainda não me permitia controlar certas coisas que eu via tão previsíveis... Foi um ano muitoooooooo bommmmmmmm! Tão especial que já está deixando saudades antes mesmo de se findar!
Na seleção dos melhores de 2008:
As pessoas mais importantes: meus pais, minha família tooooooda
As pessoas mais especiais: Diogo, Seu Heleno, D. Cristina, Mari
Momentos inesquecíveis: alguns 'sufocos' de que me saí muito bem
A que mais ensinou: Professora Mônica Lima e Souza
A pessoa mais amiga: Élcio Arestides de Matos
A pessoa mais engraçada: Ângela Moura
A pessoa mais admirável: Alexandre Lodrão
A pessoa mais sensível: Maria do Carmo Baral
A pessoa mais incrível: Deus
Bem, taí! E que 2009 nos surpreenda com tudo o que houver de melhor!!!!!!!!!!
quinta-feira, 13 de março de 2008
O Meu Amor...
quarta-feira, 5 de março de 2008
Minha primeira vez...
Eu sempre digo que Deus é perfeito e faz tudo certinhozinho para a vida da gente ir sempre infinitamente melhor do que a gente pensou que ia ser. Comigo, graças a Ele, é assim! :)
A faculdade terminou e assim que 2008 começou, lá fui eu com minha pastinha cheia de pardos e curriculo para, gentilmente, pedir o meu lugarzinho na selva. Quem consegue com dificuldades sabe exatamente do que estou falando. ;)
O fato, amigos, é que consegui! Eu tenho certeza de que Deus, lá do alto deve ter percebido que minha vocação para o ócio é NENHUMA e, dando o Seu jeito como sempre, tratou de ir logo arranjando uma ocupação para os meus neurônios.
Comecei a lecionar dia 13/02 e está sendo "A" experiência. Os relatos dos meus amigos professores falaram sobre tremedeiras horrendas, síncopes e até desarranjos intestinais que os acometeram em sua primeira vez. Constato que talvez eu não seja normal: não senti na-di-nha! Foi tudo tãããão normal! Claro que eu sei que tem a expectativa que os alunos lançam sobre nós, a expectativa que formulamos sobre eles e a expectativa de nós sobre nós mesmos, mas posso dizer que lidei bem com as três expectativas. Bem até demais: pareceu-me que eu já havia nascido professora! Que susto... Mas um susto bommmm!
Inicialmente estou lecionando para turmas do sétimo, oitavo e nono anos. Adolescentes... o.O
Ainda é cedo para dar maiores detalhes e fornecer impressões mais seguras, mas assim que as tiver, poderei escrevê-las aqui também. Torço para que tudo saia melhor do que espero e vai sair, com Deus no controle!
Bem, é isso!
Meu beijo carinhoso de sempre :)
Dança da solidão...
É incrível como só nos damos conta de que a faculdade terminou quando nos vemos no início de mais um ano letivo e... a gente não vai diariamente para escola! Quando os ponteiros se aproximam do horário, aquele horário que já sabíamos escolar, o coraçãozinho aperrrrta e dá aquela saudade que só quem sente é que pode descrever com exatidão. E eu posso, de cadeira, afirmar que é ENORME!
Saudades dos amigos que a gente fez; dos amigos que a gente fez, e que, no meio do caminho, seguiram outros caminhos; saudades dos professores, funcionários, gente que nem via a gente direito, mas que nos dava o alento de sabermos que estavam bem ali... saudades até mesmo dos amigos que, por algum motivo, a gente não fez!
Eu sinto saudades. Mas sinto carinho, muito carinho também. E eu prefiro a segunda opção. Prefiro, porque a saudade dói, e como dói! :(
=*
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
CDA para todos...
Quem não tem namorado é alguém que tirou férias remuneradas de si mesmo.
Namorado é a mais difícil das conquistas. Difícil porque namoro de verdade é muito raro. Necessita de adivinhação, de pele, de saliva, lágrima, nuvem, quindim, brisa ou filosofia.
Paquera, gabiru, flerte, caso, transa, envolvimento, até paixão é fácil. Mas, namorado, mesmo, é muito difícil. Namorado não precisa ser o mais bonito, mas aquele a quem se quer proteger e quando se chega ao lado dele a gente treme, sua frio e quase desmaia pedindo proteção. A proteção dele não precisa ser parruda, decidida ou bandoleira: basta um olhar de compreensão ou mesmo de aflição. Quem não tem namorado, não é que não tem um amor: é quem não sabe o gosto de namorar. Se você tem pretendentes, dois paqueras, um envolvimento e dois amantes, mesmo assim pode não ter um namorado.
Não tem namorado quem não sabe o gosto da chuva, cinema, sessão das duas, medo do pai, sanduíche de padaria ou drible no trabalho.
Não tem namorado quem transa sem carinho, quem se acaricia sem vontade de virar sorvete ou lagartixa é quem ama sem alegria.
Não tem namorado quem faz pacto de amor apenas com a infelicidade. Namorar é fazer pactos com a felicidade ainda que rápida, escondida, fugida ou impossível de durar.
Não tem namorado quem não sabe o valor de mãos dadas: de carinho escondido na hora em que passa o filme: de flor catada no muro e entregue de repente, de poesia de Fernando Pessoa, Vinícius de Moraes ou Chico Buarque lida bem devagar, de gargalhada quando fala junto ou descobre a meia rasgada; de ânsia enorme de viajar junto para a Escócia ou mesmo de metrô, bonde, nuvem, cavalo alado, tapete mágico ou foguete interplanetário.
Não tem namorado quem não gosta de dormir agarrado, fazer sesta abraçado, fazer compra junto.
Não tem namorado quem não gosta de falar do próprio amor, nem de ficar horas e horas olhando o mistério do outro dentro dos olhos dele, abobalhados de alegria pela lucidez do amor.
Não tem namorado quem não redescobre a criança própria e a do amado e sai com ela para parques, fliperamas, beira d'agua, show do Milton Nascimento, bosques enluarados, ruas de sonhos e musical da Metro.
Não tem namorado quem não tem música secreta com ele, quem não dedica livros, quem não recorta artigos, quem não chateia com o fato de o seu bem ser paquerado.
Não tem namorado quem ama sem gostar; quem gosta sem curtir; quem curte sem aprofundar.
Não tem namorado quem nunca sentiu o gosto de ser lembrado de repente no fim de semana, na madrugada ou meio-dia de sol em plena praia cheia de rivais.
Não tem namorado quem ama sem se dedicar; quem namora sem brincar; quem vive cheio de obrigações; quem faz sexo sem esperar o outro ir junto com ele.
Não tem namorado quem confunde solidão com ficar sozinho e em paz. Não tem namorado quem não fala sozinho, não ri de si mesmo, e quem tem medo de ser afetivo. Se você não tem namorado porque não descobriu que o amor é alegre e você vive pesando duzentos quilos de grilos e de medo, ponha a saia mais leve, aquela de chita, e passeie de mãos dadas com o ar. Enfeite-se com margaridas e ternuras, e escove a alma com leves fricções de esperança. De alma escovada, e coração estouvado, saia do quintal de si mesmo e descubra o próprio jardim. Acorde com gosto de caqui e sorria lírios para quem passe debaixo da janela.
Ponha intenções de quermesse em seus olhos e beba licor de contos de fada. Ande como se o chão estivesse repleto de sons de flauta e do céu descesse uam névoa de borboletas, cada qual trazendo uma pérola falante a dizer frases sutis e palavras de galanteira: Se você não tem namorado é porque ainda não enlouqueceu aquele pouquinho necessário a fazer a vida parar e de repente parecer que faz sentido. Enlou-cresça.
Amor, este texto liiiindo é para você. Eu te amo muitoooo!!!
segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
Divã...
Se tem uma coisa que eu profundamente a-bo-mi-no é iniciar uma coisa qualquer e, sem mais nem menos, não concluí-la. Tudo bem que, hoje em dia, com essa gama de informações que nos chega a todo segundo, em decorrência da globalização, não é nada difícil começar uma coisa e perceber-se depois fazendo algo toootalmente diferente daquilo que se pretendia.
Literalmente remando contra essa maré de inconclusões desenfreadas fruto da pós-modernidade, terminei de ler o livro da Martha Medeiros.
A Martha. Genteeee! O que é essa mulher e o que a sua leitura mágica provoca em nós?! Na falta de descrições que bastem, direi que ela é simplesmente "a" mulher. Não. Lya Luft não precisa ficar enciumada, para mim a Martha é a outra "a" mulher. Rs...
Agora encontrei uma cronista que pode andar de mãos dadas com a Lya. Mãos dadas, porque acho que esse negócio de fazer frente não está com nadaaaa.
Sem mais digressões, o livro é para as mulheres - o que justifica eu estar escrevendo em cor-de-rosa. rs...
O livro conta-nos a história de Mercedes, que inicia o romance casada com Gustavo, e a separação será o estopim para sua total mudança de vida, pensamentos, gostos, filosofias, paradigmas sexuais... enfim, o redescobrimento de sua identidade. Uma vez que a leitura é um processo de (re)conhecimento, acabei me deparando com um livro cheio de sacações originalíssimas com as quais muito me identifiquei. Imaginem que ela procura até um psicanalista! Particularmente, a psicoterapia FOI QUEM me proporcionou esse redescobrimento, quem me ensinou a respeitar meus limites, a localizar meu eixo,a definir meus referenciais de absolutamente tudo, a compreender minhas imperfeições e a ser uma pessoa mais voltada para o entendimento da pessoa que mora dentro de mim, EU.
Agora, a coisa mais genial, e que felizmente só é perceptível ao fim da leitura, é o fato de que Lopes, o psicanalista é, na verdade, cada um de nós que lê o livro, que adentra a história, que mergulha em sua divagações e fica extremamente feliz, triste, grato com cada (re)descoberta que nossa protagonista faz de si mesma.
Um viva beeeem cheio de alegria para a Martha!!!!!!!!
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
Uma Geral...

Sempre que as coisas aqui em casa, e principalmente no meu quarto, parecem meio fora de lugar, meu pai, e agora o Diogo também, se utilizam da expressão "dar uma geral" para nos mostrar a necessidade de desbagunçar um pouquinho que seja as coisas.
Hoje, acordei não agüentando mais olhar para a minha estante cheeeeeeia, repleeeeeeeta, abarrotaaaaaaaada, entupiiiiiida de papéis, livros, revistas, jornais... tu-do e resolvi arrumá-la por motivos de uma necessidade de maior de, ao acordar, vislumbrar como primeira imagem do dia, algo que eu, pelo menos, consiga saber o que é. Rsrsrs...
Estava ruça a situação! Passei umas horas arrumando tudo, mas vejo que preciso desapegar-me de algumas coisas para diminuir a quantidade de coisas. O pior de tudo, é que eu tenho o grande, enorme, incabível receio de algum dia, sem mais nem menos, precisar exatamente daquilo de que eu me dsfiz! :p Ai, ai, ai...
Mas de uma coisa eu tenho a certeza: como optei pelo magistério, dificilmente conseguirei, mesmo com todos os meus esforços, livrar-me de viver rodeada de papéis! Em primeiro lugar porque eu a-do-ro papéis, em segundo porque os acho de inexprimível utilidade e em terceiro... Bem , em terceiro porque são sa-gra-dos, pelo simples fato de toda produção escrita significar perpetuação.
Ontem fui distribuir alguns currículos para ver se consigo o mais rápido possível um trabalho! Embora este ano a Pós-Graduação e ajudar Minha Vida com a faculdade dele sejam minhas prioridades, pretendo e preciso trabalhar!
Trabalhar muitooooo para pôr em prática tudo de melhor que aprendi nestes três anos de curso.
Bem, como eu ainda nãããão concluí minha arrumação, tenho que voltar a ela!
Beijos enormes e repletos de saudades:
* Para o Meu Amor: a-do-ro suas sugestões práticas nas minhas arrumações!
sábado, 5 de janeiro de 2008
2008!!!!!!

O primeiro post de 2008 é de muitas flores, mentalizando que nossas vidas sejam tão alegres, belas, perfumadas e cheias de boas energias com elas!!!!
Não vou dizer que considero os dois posts anteriores inacabados. Pensei atém em apagá-los, preenchendo um espaço tão legal com algo mais... "completo".
Mas meditando, vi que eles ficaram assim "incompletos" por causa daquilo que eles tentaram expressar: a maratona do último semestre de 2007.
2007 começou diferente de tudo o que eu tinha pensado até então: Revéillon com a família da tia Denise em Conceição de Jacareí; eu temporariamente off mother, pois ela teve de viajar para ver o vovô que ficou dodói... Mas foi um Revéillon muito legal e cheio de novidades e pessoas novas e que agora me são tão queridas! Evilin, Beto, Inês, Eva, Udson, Rodrigo 'galo'... Valeu a pena, pessoal!
As retrospectivas anuais são sempre um superbalanço que nos impulsiona a sermos melhores do que achamos que fomos; reservarmos um espacinho cada vez maior para os nossos sonhos realizáveis a curto, longo ou médio prazo... enfim: sermos cada vez mais autênticos, cada vez mais NÓS!
2007 já entrou para a história e Deus nos deixou de 'brinde' mais um Ano Novo cheinho de possibilidades e - que espetáculo! - bissexto!
Fazer o balanço de 2007... nossa! vai dar muitaaasss páginas! Rsrsrs... Mas mesmo assim será válido, pois ano divisor de águas merece destaque!
Minha faculdade, durante esses três anos, foi sempre o item 1 da lista. Era em função dela que eu analisava ou preteria as possibilidades que iam surgindo.
Foi um ano trabalhoso sim e não. Envolvida até a raiz dos cabelos com o último ano da Letras, quis, mas não pude fazer os cursos maravilhosos que me reciclam, recauchutam minha bagagem e desfazem meus pré-conceitos. Senti uma falta... Mas fui obrigada a compreender que, na vida, nem sempre o fato de não estarmos no lugar que queremos e na hora que desejamos significa estar perdendo determinada oportunidade. Imersa na minha Mono, esqueci o entorno profissional para permanecer monofocada em Chico.
Como eu disse antes, o período da Mono é o que há de mais turbulento na graduação, mas acredito que jamais desejaria não ter passado por ele.
A Mono está lá, na estante, bonitinha, em capa dura... E não penso nem em relê-la, pois quantas vezes eu fizer isso será o número de vezes em que farei novas correções. Ah... João Gilberto! Rsrsrs...
Agora, aproveitarei para estudar para a Pós que pretendo cursar, para os concursos que virão aí e também para ver se não esqueço aquele tanto de coisas que os profs ensinaram com notável esmero! :p
O momento em que fui a juramentista da colação foi muitooo lindo e emocionante para mim. Não foi apenas fazer aquelas promessas que nortearão nossa prática educativa, mas na minha cabecinha passou aquele longa...
Fotos no Orkut, a vida segue!
2007 também foi marcante por ser o ano de meu primeiro aniversário de namoro, primeiro Natal e Revéillon com a Minha Vida... AmoRrRrR, te amo!
Foi também o ano em que meu irmão ingressou no mercado de trabalho, começou o técnico em Administração... cresceu para a vida e diante de nossos olhos sempre atentos!
Para os meus amigos e leitores deste espacinho cor-de-rosa, um superbeijo e um 2008 ultraaaaaaa feliz!!!!!!!



